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Rabaneda defende ações contra intervenções dos EUA: 'cidadãos brasileiros precisam defender a nossa soberania'

Da Redação - Arthur Santos da Silva

Membro do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o advogado Ulisses Rabaneda comentou nesta segunda-feira (18) as tentativas de interferência do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na política e na economia do Brasil.

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O conselheiro foi questionado sobre a Lei Magnitsky, imposta ao ministro Alexandre de Moraes e que prevê sanções econômicas. Trump acusa o ministro de impedir a liberdade de expressão e promover uma “caça às bruxas” contra o ex-presidente Jair Bolsonaro e seu grupo político, com quem mantém afinidades ideológicas.
 
“Isso está mais relacionado a questões diplomáticas e comerciais do que do próprio Poder Judiciário. Eu tenho uma posição pessoal de que a soberania nacional ela tem que ser defendida a todo tempo, todos os cidadãos brasileiros precisam defender a nossa soberania, não concordar com uma intervenção de qualquer tipo externa”, afirmou Rabaneda.

A fala de Rabaneda ocorreu  durante lançamento do projeto Diálogos com as Juventudes, que busca aproximar o Judiciário das jovens e dos jovens brasileiros. A iniciativafoi lançada nesta segunda-feira, pelo ministro Luís Roberto Barroso, na Escola Estadual Liceu Cuiabano.
 
“Se nós temos problemas, nós temos a nossa Constituição que prevê como os nossos problemas são resolvidos. De modo que eu sou absolutamente contra qualquer tipo de ação de países, de entes, organismos internacionais que possam abalar a nossa soberania, mas, por óbvio, como dito, os nossos problemas, as nossas falhas também precisam, elas merecem atenção e ser resolvida, seja pelo Congresso, pelo Judiciário ou pelo Poder Executivo”.
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