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Suspeito de envolvimento no assassinato de ex figura como réu e indiciado em ações de homicídio e roubo

Da Redação - Pedro Coutinho

Edvaldo de França Almeida, preso preventivamente por suspeita de envolvimento no assassinato de sua ex-companheira, Poliane Jara Gomes, de 35 anos, executada a tiros nesta terça-feira (29), em Cuiabá, tem longa ficha criminal. Ele figura como réu e indiciado em nove ações por homicídio, além de outras por roubo majorado, receptação e posse de drogas.
 
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Com seis páginas, o relatório de antecedentes criminais de Edvaldo é extenso. Nascido em 1986, ele cometeu sua primeira infração quinze anos depois. Somente como menor infrator ele respondeu seis casos, entre 2001 e 2006.

Ele é réu em 10 ações que julgam os crimes de homicídio qualificado e roubo, cometidos entre 2004 e 2015. Além disso, é indiciado por homicídio simples, receptação, roubo e posse de drogas.

Nesta terça-feira (30), a Justiça converteu em preventiva a prisão em flagrante de Edvaldo França de Almeida, suspeito de envolvimento no assassinato de sua ex-companheira, Poliane Jara Gomes, de 35 anos, executada a tiros na noite de terça-feira (29), no Bairro Lixeira, em Cuiabá. A decisão foi proferida pela juíza plantonista Hanae Yamamura de Oliveira, da Vara de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher.

Conforme reportagem do Olhar Direto, o assassinato ocorreu por volta das 23h40 em um conjunto de quitinetes onde Poliane residia. A Polícia Militar foi acionada e encontrou a vítima caída em frente à sua casa. O suspeito, de 37 anos, foi detido por populares.

Aos agentes, o homem negou ter cometido o assassinato e chegou a afirmar que chegou ao local e encontrou Poliane caída e ferida na frente da residência. No entanto, essa versão foi desmentida pelas câmeras de segurança.

Nas imagens, é possível observar o momento em que o suspeito deixou o local e retornou pouco tempo depois, acompanhado por outros dois homens. Em seguida, ele digitou o código de acesso para abrir o portão da quitinete e entrou na companhia dos comparsas.

O suspeito chamou por Poliane, que, ao abrir a porta, foi surpreendida e atingida por vários disparos de arma de fogo efetuados pelos comparsas de Edvaldo. Ele permaneceu apenas observando a ação criminosa. Após os tiros, os suspeitos fugiram do local. Até esta publicação, nenhum deles foi localizado. A Polícia Civil investiga o caso.
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