A juíza Fernanda Mayumi Kobayashi, do Tribunal de Justiça de Cuiabá, manteve a prisão de Diego de Lima Datto, Rafael Geon de Souza, Patrike Noro de Castro, Lucas Goudinho e Thiago Massashi Sawamura em audiência de custódia realizada nesta quinta-feira (14). Todos foram presos durante a “Operação Datar” e são acusados de lavar dinheiro do tráfico de drogas por meio de empresas fantasmas.
Leia mais:
Veja lista de presos suspeitos de integrar grupo criminoso que movimentou mais de R$ 185 milhões com tráfico de drogas
Segundo apuração da reportagem, o grupo é liderado por Diego e Thiago, responsáveis pela comercialização de drogas sintéticas em festas na capital, além de realizarem entregas no formato de delivery.
A investigação policial revelou que o grupo lavou cerca de R$ 185 milhões. Na ação, foram apreendidos R$ 60 mil em espécie e oito veículos, sendo quatro deles de luxo.
A polícia constatou que diversos alvos da operação, incluindo familiares, movimentavam valores expressivos por meio de contas próprias, sem comprovação de origem lícita ou documentação adequada.
Parte dos recursos era fracionada em pequenas quantias e transferida entre contas de pessoas físicas e jurídicas, com o objetivo de ocultar a real origem do dinheiro.