O Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPE) solicitou à Justiça que determine prazo para a reinstalação da tornozeleira eletrônica em Larissa Karolina Silva Moreira, investigada sob a suspeita de adotar gatos para matá-los, em Cuiabá.
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Caso não cumpra a determinação, o órgão pede a revogação das medidas cautelares e a imediata expedição de mandado de prisão contra a acusada.
O pedido foi feito pela 16ª Promotoria de Justiça do Meio Ambiente Natural da Comarca de Cuiabá após relatórios da Secretaria de Estado de Segurança Pública apontarem violações no sistema de monitoramento eletrônico. Segundo os documentos, Larissa cometeu dez infrações primárias que resultaram na desativação de seu cadastro no dia 21 de setembro de 2025.
Diante da situação, o Ministério Público requereu que a investigada seja intimada a comparecer à Unidade Gestora de Monitoração Eletrônica no prazo máximo de 24 horas, a partir da intimação, para proceder à habilitação ou reinstalação do equipamento.
Em caso de descumprimento, o MP pediu que a Justiça decrete a prisão imediata de Larissa. Além disso, requereu que ela seja responsabilizada pelo pagamento de eventuais danos causados à tornozeleira, a serem apurados pela unidade técnica responsável.