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Sexta-feira, 03 de abril de 2026

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Operação Sepulcro

TJ diz que está contribuindo com investigação sobre fraude de R$ 21 milhões e promete procedimentos disciplinares contra servidores

Foto: Reprodução

TJ diz que está contribuindo com investigação sobre fraude de R$ 21 milhões e promete procedimentos disciplinares contra servidores
O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) informou, por meio de nota, que “está contribuindo e continuará a contribuir integralmente com as investigações” que apuram suposta irregularidade na gestão da Conta Única do Poder Judiciário.


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Nota informa ainda que irá “instaurar os procedimentos disciplinares cabíveis para a apuração da responsabilidade administrativa dos servidores suspeitos, em estrita observância aos princípios do devido processo legal, da ampla defesa e do contraditório”.
 
“O TJMT destaca que adota rigorosos mecanismos de controle e transparência, visando prevenir quaisquer tipos de inconformidades. Ressalta ainda que repudia veementemente qualquer prática que atente contra a integridade institucional e o interesse público”.
 
O caso

A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou na manhã desta quarta-feira (30), com o apoio do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), a Operação Sepulcro Caiado, para desarticular um grupo criminoso responsável por fraudes que causaram prejuízo aos cofres públicos que pode ultrapassar R$ 21 milhões.
 
Na operação, são cumpridos mais de 160 ordens judiciais, sendo 11 mandados de prisão preventiva, 22 mandados de busca e apreensão, 16 ordens de bloqueio judicial totalizando mais de R$ 21,7 milhões, além de 46 quebras de sigilo fiscal e bancário e sequestro de 18 veículos e 48 imóveis. As ordens judiciais são cumpridas em Cuiabá, Várzea Grande e na cidade de Marília (SP). 
 
 
As investigações da Delegacia Especializada de Estelionato de Cuiabá identificaram um sofisticado esquema de fraudes ligadas a processos judiciais e com a participação de empresários, advogados e servidores públicos do Poder Judiciário.
 
Os alvos de mandados de prisão preventiva responderão pelos crimes de integrar organização criminosa, estelionato, falsificação de documento particular, falsidade ideológica, uso de documento falso, peculato, patrocínio infiel e lavagem de capitais.
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