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Domingo, 05 de abril de 2026

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SEGUE PRESO

Em audiência de custódia, responsável pela logística de ataque em Confresa diz que trabalhava em garimpo

Foto: Reprodução

Em audiência de custódia, responsável pela logística de ataque em Confresa diz que trabalhava em garimpo
Em audiência de custódia, o principal suspeito de ser o mentor do ataque em Confresa confessou que trabalha com garimpo ilegal em Terra Indígena no Pará. Identificado apenas como N.J.A., ele foi preso pela Polícia Civil de Mato Grosso em Araguaína, no Tocantins, na quarta-feira (3). Desde o início das buscas, 15 homens morreram em confrontos e cinco foram detidos.


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Em trecho da audiência veiculada pelo G1-TO, o mentor do crime confessa que trabalhava em um garimpo ilegal, sem decreto de lavra, em uma área indígena de Cumaru do Norte, no Pará, há cerca de 400 quilômetros de redenção. Após a audiência, ele seguiu preso a Casa de Prisão Provisória de Araguaína.

Segundo informações da assessoria de imprensa, a investigação apurou que N.J.A., de 30 anos, havia fugido para Tocantins depois que a PJC identificou e prendeu no Pará dois responsáveis pelo apoio à quadrilha. A prisão contou com apoio da 3ª Divisão Especializada de Repressão ao Crime Organizado de Araguaína.

No sudeste paraense, a PJC cumpriu, com apoio do Núcleo de Apoio à Investigação de Redenção, mandados de buscas em duas residências que serviram de base para os criminosos.

Uma das casas usadas pelo bando foi alugada por N.J.A. A Polícia Civil apurou também que ele utiliza nomes falsos e é investigado por crimes no Tocantins. A investigação comprovou que o preso, além do apoio ao bando em Redenção, inclusive participou de todo o planejamento, pois desde o aluguel do imóvel ele atuava na ação criminosa que amedrontou a cidade de Confresa.

Atualização

A operação policial para identificar e prender o grupo criminoso conta com 24 dias de diligências ininterruptas. O saldo do trabalho integrado das forças de segurança é de 15 criminosos mortos. 

O fato aconteceu no dia 9 de abril, quando aproximadamente 20 criminosos realizaram um cerco na cidade de Confresa usando veículos. Eles renderam policiais que estavam no quartel da PM. Enquanto dois grupos ateavam fogo nos carros e mantinham os agentes presos, os demais invadiram a transportadora de dinheiro para explodir o cofre principal.

Os bandidos usaram explosivos e danificaram vários cômodos da transportadora, mas, segundo a polícia, não conseguiram abrir o cofre. Uma das câmeras de segurança instaladas na cidade registrou a ação dos criminosos. Nas imagens, é possível ver os bandidos com fuzis, capacetes e coletes a prova de bala.

Enquanto tentavam arrombar o cofre, as Forças de Segurança foram acionadas e os bandidos precisaram fugir. Durante a fuga, houve troca de tiros entre os criminosos e a polícia.

 
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